Como alguém que ama madeira não deixar um tronco simplesmente apodrecer num terreno baldio.

Quando vi a primeira reação foi correr em casa e pegar um serrote.

Depois de cortado, embalei e pedi para um amigo levar de carro do interior do estado (onde moro) até Vitória (capital do ES). Essa viagem foi digna de estória a ser contada pros netos.

Meu amigo é piloto de parapente e ia voar no fim de semana que deu carona para o tronco, resumindo esqueceu o madeira num restaurante em Alfredo Chaves; outro piloto levou a peça esquecida até Vila Velha e só depois foi resgatado e deixado em minha oficina.

Para assegurar que não teria problemas futuros apliquei cupinicida, enrolei em plástico e guardei por 30 dias antes de iniciar a fabricação.

O processo pode ser visto no vídeo abaixo: