A arte imita a vida – Beija-flor adota escultura como refugio

Algum tempo atrás construímos uma escultura para a Casa Cor Vitória, a ideia era um bambu mosso gigante.
Ele tem 2,5 m de altura. Estrutura toda em aço com folhas de vidro artesanal pintadas à mão.
Ficou durante os 40 dias do evento emprestado com o arquiteto e após o término o montamos na porta de entrada da casinha alugada onde era a Vitreria (hoje está num prédio nosso).
Passados alguns meses a escultura ganhou um ilustre morador: Um beija-flor resolveu construir seu ninho num dos galhos, ali botou ovinhos.
Infelizmente o final não foi feliz, o colibri acabou abandonando os ovinhos e desaparecendo. A causa mais provável foi a proximidade com a rua, talvez algo tenha o afugentado.
De qualquer forma foi uma grata experiência da qual tirei algumas lições:
- Até os mais frágeis seres vivos se adaptam as circunstâncias, por que eu não me adaptaria?
- Se algo que planejou não deu certo, isso não é o fim, apenas o recomeço de uma nova fase.
- Não tenha medo de ousar, avalie os riscos e siga em frente.
- A sua casa pode não ser a mais bonita da rua, mas é sua e ali você escolheu morar.
Quanto a nós da Vitreria aquele foi o melhor elogio que recebemos no nosso trabalho!




Comentários